Terça-feira, 28 de Novembro de 2006

Dreadlocks

O Dreadlock é uma forma de se manter os cabelos que se tornou mundialmente famosa com o movimento rastafari, consiste em bolos cilíndricos de cabelo que aparentam "cordas" pendendo do topo da cabeça. Os dreadlocks também podem ser chamados de Locks, ou simplesmente Dreads.

 

História

Ao contrário do que se pensa, os DreadLocks não nasceram com o movimento rastafari e com Bob Marley, o uso de dreads é tão antigo que se torna impossível datar corretamente quando começaram a ser utilizados.

Mas o que se sabe é que povos que habitavam a região da Índia foram provavelmente os primeiros a se utilizar dos locks principalmente por uma questão de praticidade: os cabelos tornavam-se longos e era extremamente difícil corta-los, então, deixavam que se enrolassem e com o óleo natural do couro cabeludo torciam os cabelos para que conservasem uma forma cilíndrica, que diminuia o volume e tamanho do cabelo original.

Porém os DreadLocks só se tornaram famosos com o movimento rastafari. Os Rastafari não podiam cortar, pentear ou tratar os cabelos com qualquer produto químico (como shampoo), e pela facilidade característica do cabelo do negro africano de se emaranhar quando muito comprido, acabou sendo adotado pelo movimento rasta.

 

Higiene

Normalmente associa-se DreadLocks à sujeira. É fato que na época em que surgiram representavam um sério risco de higiene, a se tratar pelos padrões de hoje, mas atualmente esta concepção não é absoluta.

Existe, assim como com qualquer cabelo, quem tenham os Dreads limpos, e quem os tenha sujos. Isso é apenas uma questão de gosto do usuário, pois apesar de acarretar mais trabalho por parte do dono do cabelo, mante-los limpos e lava-los todos os dias é plenamente possível, e inclusive praticado por grande parte dos adeptos deste estilo.

Tratar de dreads em pouco difere do trato de cabelos normais, porém é preciso tomar um cuidado especial em secar o cabelo, pois a umidade pode gerar um acúmulo de fungos que causam o mau cheiro.

 

Preconceito

Talvez por fugir drásticamente dos padrões de beleza adotados pela maioria da população ou talvez pela associação do estilo ao consumo de cannabis, o usuário de Dreads sofre um imenso preconceito na maioria dos Países.

O adepto deste estilo normalmente tem severos problemas para conseguir emprego, e quando o trabalho exige relação direta com o cliente é praticamente impossível conseguir a vaga. Esta tendência de pré-julgar o usuário de dreads mostra-se mais forte em sociedades com baixo nível cultural e educacional. Em países europeus como por exemplo a Suíça frequentemente vê-se pessoas utilizando dreads, pois o respeito à outras culturas é muito mais forte por lá.

 

Como fazer e cultivar

Existe o falso mito de que para se fazer dread em cabelos lisos é necessário que os mesmos não sejam lavados por um certo tempo antes da aplicação. Porém a informação dista muito da realidade, pois cabelos não lavados ficam oleosos e dificultam o processo.

Existem várias formas de se "dredar" o cabelo, as três mais freqüentes são:


  • Tradicional

Este é o meio mais difícil de se fazer dreads, exige muita dedicação e o resultado costuma não se equiparar com o que se obtém através das outras formas. É recomendado que se tenha o cabelo crespo típico do negro africano, outros cabelos dificilmente manterão a forma. O Processo consiste em não lavar o cabelo com shampoo ou qualquer outro produto que possa alisar os cabelos, e a medida que cresce ir enrolando o cabelo com a palma das mãos formando os dreads. Este é o método utilizado pelos Rastafari, não é muito recomendado pois torna-se difícil mantê-los limpos e os dreads ficam sempre com uma aparência de sujos.

Para quem é negro e tem cabelo crespo tem um opção de enrolar o cabelo no modelo Baião-de-Dois e depois separar os dois. O resultado será o dread que com o tempo ficar mais grosso. É necessário ter cuidado e sempre está separando os dreads Deve-se lavá-lo apenas 15 dias depois de os enrolar e só o fazer com água do mar e sabão azul


  • Com cera

Este é seguramente o mais utilizado nos dias de hoje, funciona com qualquer tipo de cabelo. É necessário que o cabelo já tenha um certo comprimento, em torno de 10cm, mas recomenda-se mais. O processo consiste em dividir o cabelo em setores de cerca de 2cm, e pentear cada setor da ponta para a raíz com um pente de ferro visando embolar os cabelos. Depois de embolados todos os dreads aplica-se cera de abelha para fixa-los. Uma manutenção frequente torna-se necessária para que os cabelos não soltem, que consiste em aplicar cera periodicamente e enrola-los com a palma da mão.

  • Com agulha

Este processo é muito dolorido, mas resulta em dreads mais compactos e limpos. Divide-se o cabelo e penteia-se da ponta à raiz, como no processo com cera. Daí "costura-se" o cabelo com uma agulha de crochê. Algumas pessoas depois disso ainda aplicam a cera. Uma manutençào frequente é muito recomendada, que consiste em re-costurar os cabelos com a agulha quando soltam alguns fios e enrola-los com a palma das mãos.

O que define o resultado dos processos porém é a manutenção. Costuma-se dizer que os dreads ficam bons quando "travam", ou seja, quando não é mais possível solta-los. É recomendado lavar os cabelos regularmente com shampoo sem resíduos ou sabonete de coco, e depois seca-los muito bem com secador e ao sol. Deve-se atentar para o mau cheiro, que indica a presença de fungos. O comprimento costuma reduzir 20% em cabelos encaracolados depois de aplicados os dreads. A redução é bem maior em cabelos lisos.

publicado por edgarasta às 15:50
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Quarta-feira, 8 de Novembro de 2006

é o nº 10, finta com os dois pés, é melhor k o Pelé, é o Deco alé alé...

Anderson Luiz de Sousa, mais conhecido como Deco, (São Bernardo do Campo, 27 de Agosto de 1977) é um futebolista naturalizado português nascido no Brasil.

Mudou-se ainda pequeno para o município de Indaiatuba, interior de São Paulo, onde deu seus primeiros passos no futebol. Iniciou a sua vida no futebol, no Nacional (SP) e logo se transferiu para o Corinthians, onde teve apenas duas chances para jogar.

Chegou a Portugal através do Benfica, que o contratou junto ao Corinthians de Alagoas (Brasil). Antes da transferência, ele defendia o Centro Sportivo Alagoano (CSA). Foi no Alverca que mostrou o seu futebol, passando ainda pelo Salgueiros, para depois ingressar no F.C.Porto, onde ajudou este a vencer dois campeonatos nacionais, uma Taça UEFA, uma Liga dos Campeões e uma Taça de Portugal, actualmente encontra-se a jogar no Barcelona.

Tinha recebido numerosas e multimilionárias ofertas de grandes clubes como o Bayern de Munique e o Chelsea, equipa do seu ex-treinador no FC Porto, José Mourinho. Mas Deco aceitou a oferta feita pelo FC Barcelona, inferior económicamente, mas que pelo projecto desportivo, e porque disse que sempre tinha simpatia pelo clube e pela cidade.

Tendo conquistado a titularidade na que é considerada uma das melhores equipas do mundo e ganhou o estatuto de estrela juntamente com Ronaldinho e Samuel Eto'o

A estreia na selecção portuguesa ocorreu a 29 de Março de 2003, diante do Brasil, precisamente o seu país natal. O encontro, amigável, realizou-se no Estádio das Antas, na cidade do Porto, e terminou com a vitória de Portugal (2 - 1). Deco, que entrou aos 60 minutos para o lugar de Sérgio Conceição, marcou o golo que ditou o sucesso lusitano.

Até Dezembro de 2004, Deco representou a selecção das quinas em 24 ocasiões, tendo marcado duas vezes. A primeira na estreia e a segunda, a 13 de Outubro de 2004, em Alvalade, na goleada (7 - 1) perante a Rússia, em partida respeitante à fase de qualificação do Campeonato do Mundo de 2006.

Antes de se transferir para o Barcelona, Deco era conhecido em Portugal como «o Mágico».

O nº20 da Selecção foi considerado o melhor jogador europeu do ano, pela UEFA, em 2004. No mesmo ano, ficou em terceiro lugar no Prémio FIFA Player of the Year, e em segundo no Ballon D'Or do jornal France Football. Fez parte integrante da selecção portuguesa Vice-campeã da Europa no Euro2004, assim como da fase de qualificação para o Mundial de 2006. Actualmente, Portugal irá disputara semi-finais do Mundial de 2006, e os jornais falam da "Deco-dependência", para ilustrar a influência do nº20 na equipa. Deco, após conquistar a Liga dos Campeões pelo Barcelona em 2005/2006, ultrapassou o palmarés internacional da grande vedeta portuguesa Luis Figo.

[editar] Titulos

  • Campeão Português: 1998/1999 (FC Porto), 2002/2003 (FC Porto) e 2003/2004 (FC Porto)
  • Taça Portugal: 1999/2000 (FC Porto), 2000/2001 (FC Porto) e 2002/2003 (FC Porto)
  • Supertaça de Portugal: 2001/2002 (FC Porto) e 2003/2004 (FC Porto)
  • Taça Uefa: 2002/2003 (FC Porto)
  • Liga dos Campeões: 2003/2004 (FC Porto) e 2005/2006 (Barcelona)
  • Campeão Espanhol: 2004/2005 (Barcelona) e 2005/2006 (Barcelona)
  • Supertaça de Espanha: 2005/2006 e 2006/2007(Barcelona)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por edgarasta às 21:16
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